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O que é?


sergioluiz | 14 junho, 2012

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NOSSO CAMINHO VOCACIONAL

Somos marcados pela busca incessante, pelo desejo de realização e de felicidade. Insatisfeitos e inquietos carecemos daquele equilíbrio necessário para se sentir realizado e feliz, de bem com a vida. Daí surgem os grandes questionamentos sobre o sentido profundo da existência.

É necessário que, ao realizar uma opção tão fundamental como a vocacional que, em princípio envolve toda a vida, o jovem e todo candidato a uma vida de comunidade possa ser convidado a aproximar-se, a perguntar-se sobre o sentido e finalidade de seu existir. Às questões normalmente colocadas como ‘o que gosto de fazer?’, ‘o que me dá prazer realizar?’, ‘o que sei fazer?’, ‘com qual profissão me darei bem na vida?’, devem ser acrescentadas: ‘a que sou chamado?’, ‘que sentido pode haver no trabalho que desejo realizar?’, ‘qual a finalidade do meu existir?’.

“Ser homem necessariamente implica uma ultrapassagem. Transcender a si próprio é a essência mesma do existir humano.” (Viktor Frankl). O homem não se contenta em permanecer fechado em si mesmo, reconhece que lhe corresponde profundamente viver por um ideal, por uma finalidade última.

É na relação com a realidade que o homem descobre suas potencialidades, necessidades e as possibilidades de nela intervir; é no encontro com o real que pode reconhecer a singularidade e unicidade de seu ser.

Assim, cada homem é único e irrepetível, tem um modo próprio de existir, um ‘ser-assim’ que lhe permite responder a circunstâncias irrepetíveis, afirmando valores que só ele seria capaz de fazê-lo naquele momento, daquela maneira.

É próprio do homem a capacidade de decidir, de agir e, portanto, de responsabilizar-se.

O ser humano é responsável porque é livre, porque é um ser que decide, escolhe como proceder em sua existência. A liberdade é a capacidade do homem de conduzir-se a si mesmo, de estabelecer, orientado pela consciência, os critérios que nortearão seus atos e escolhas, de decidir-se pelo bem. Para exercer essas potencialidades especificamente humanas como a responsabilidade e a liberdade, é preciso um processo educativo no qual a pessoa possa desenvolver sua inteligência para descobrir o bem e sua vontade para realizá-lo.

A vocação é um convite, uma proposta à liberdade e responsabilidade do homem, à qual ele pode aderir ou não, mas não lhe compete fabricá-la ou modificá-la. É um chamado que vem de encontro ao homem, a ele cabe apenas atender ou não. A vocação também não é escolhida, porém não seria correto dizer que me encontro com ela; antes ela me encontra, me chama, e correlativamente a descubro; não me é imposta, e sim apresentada, e embora não esteja em minhas mãos ter ou não ter essa vocação, permaneço frente a ela com uma essencial liberdade: posso segui-la ou não, ser fiel ou infiel a ela.

O que se escolhe na vida é algo diferente: não o que se é, e sim quem se vai ser. Há que se precisar um pouco mais: não escolho quem tenho que ser (isto vem definido pela vocação, frente a qual, repito, sou livre, porém à custa da inautenticidade, se a uso para afastar-me dela) e sim quem e de que maneira vou ser; em outras palavras, qual vai ser a trajetória efetiva de minha vida, na medida em que permite a circunstância.

Assim, a trajetória é expressão da liberdade da pessoa, é a realização de um caminho pessoal construído a partir da vocação proposta e da circunstância imposta.

A descoberta da vocação “antropológica”, do chamado a ser si mesmo e a sua realização, através das trajetórias biográficas, esclarece e dá sentido às vocações específicas, como as profissionais, dando-lhes um caráter único e insubstituível. A vocação profissional — que supõe a escolha de uma carreira profissional, bem como seu cumprimento — deve estar subordinada, então, a afirmação de quem a pessoa é e deseja ser: é este ‘alguém’ que dá consistência e significado para o que vai ser realizado.

Isto significa que a auto-realização do homem é construída durante toda a vida, é um movimento dinâmico contínuo, onde constantemente o homem experimenta sua existência como um ‘ainda não’ ou um constante ‘tornar-se’, ‘vir-a-ser’. Assim, o homem está sempre a caminho de sua plena realização, é um caminhante, um peregrino que se encontra em um percurso: “outro não é o sentido do conceito de ‘estado de viagem, por-se a caminho’. Existir como homem significa estar ‘no caminho.

Para nós o Caminho Vocacional é a dependência total do Senhor Jesus; discernir uma vocação é apresentar suas misérias a Deus, é deixar que sua misericórdia o alcance.

O chamado é feito de pequenos detalhes, de coisas simples, apesar da grandeza de quem eu devo servir: Jesus.

Mas também a graça de nossa realização humana e realizar o plano de Deus em nós.

A Equipe Vocacional é o ministério da Alpha e Ômega que realiza o trabalho de discernimento vocacional com os candidatos a uma vida consagrada na Comunidade, mas também quer ajudar a formar filhos para Deus.

Que caminho tomar? O que escutar? Que sinais seguir? Há tantas direções potencialmente confusas, tanta algazarra e alarido à nossa volta, dentro de nós tantas vozes que afogam nossa capacidade de permanecer conscientes, e descobrir por qual trilha caminhar, mas no processo de nossa descoberta a que escolhamos o importante e estar na vontade de Deus para nossa maior felicidade. Talvez os caminhos exteriores “não levem a parte alguma”, sendo significativo o fato de continuarmos em contato com um caminho interior, ao viajarmos por qualquer uma das estradas exteriores.

Qualquer coisa é única entre milhões de caminhos. Por isso, você deve sempre ter presente que um caminho é apenas um caminho. A necessidade de decidir qual caminho a se tomar com toda a consciência e seguir de preferência aquele sentido pelo coração (em vez de se guiar pelo intelecto). A necessidade de levar uma vida disciplinada, a fim de ter a clareza para a escolha, é bastante semelhante ao esforço de que se necessita para seguir o nosso Chamado.

A pergunta-chave a ser feita ao escolher um caminho: “Esse caminho tem um coração?”. Acaso este caminho tem coração? Em caso afirmativo, o caminho é bom; em caso contrário, de nada servirá, ambos os caminhos não conduzem a parte alguma; porém, um deles é dotado de sentimento e o outro não. Um deles destina-se a uma viagem feliz; enquanto você o seguir, formará uma unidade com ele. Saber como escolher um caminho com o coração é aprender como seguir a batida interior do sentimento intuitivo. A lógica pode lhe indicar superficialmente aonde um caminho pode conduzir; porém, não pode julgar se o seu coração estará inserido nele. Vale a pena perscrutar toda e qualquer opção de vida com o pensamento racional, mas seria errado basear uma escolha de vida sobre esse pensamento. É preciso incluir o coração ao escolher o parceiro com quem se casar, o que fazer como trabalho de uma vida ou sobre que princípios fundamentar sua vida. O pensamento racional pode ser um excelente assistente ou ajudante, porém não pode saber nem sentir aquilo que é intangivelmente valioso nem o que, em última instância, confere um sentido.

Ao escolher um caminho, a necessidade de se estar livre do medo ou da ambição e examinar cada caminho bem de perto e com deliberação é necessário.

O ACOMPANHAMENTO VOCACIONAL consiste em ajudar alguém a encontrar com suficiente clareza, o caminho e os meios necessários para uma opção vocacional madura e comprometida. Assim o acompanhamento em nossa comunidade quer ser uma ajuda para que os jovens se interroguem sobre a sua “vocação específica” e não necessariamente façam uma escolha de vida consagrada neste Carisma.

Neste contexto que o acompanhamento quer capacitar para:

• o auto-conhecimento e valorização de si;

• o aprofundamento de vivência cristã (oração, sacramentos…);

• a escuta de Senhor (Palavra, partilha, interiorização…);

• uma leitura dos acontecimentos em chave cristã;

• o compromisso apostólico firme e maduro na Igreja-Mundo.

O DISCERNIMENTO:

1) O que é: é a dimensão central do acompanhamento; especifica-o e personaliza-o, permitindo o esclarecimento e amadurecimento vocacional. Consiste num processo vivido por um candidato que, julgando-se chamado por Deus e interpelado pelas necessidades da comunidade, quer definir o melhor e aprofundar a autenticidade do “chamado” e da “resposta”, com a ajuda de alguém que o acompanhe pessoalmente.

2) Metodologia : articular de tal forma o processo que:

2.1) O candidato se acostume a considerar e assumir:

1) Os aspectos internos de sua vocação: conhecimento e auto-aceitação; dons e carismas; consciência das aptidões, interesses, inclinações, afetos, motivações…, com relação à vocação desejada e eventual necessidade de purificação deste quadro existencial;

2) Os aspectos externos que estão em jogo, na decisão vocacional: as necessidades da comunidade e serviços correspondentes; os acontecimentos eclesiais e sociais; as exigências das vocações específicas na Igreja Latino-Americana; as formas concretas de vida de missão, hoje;

É muito oportuno ajudar o candidato a sincronizar reflexão e ação; criar para ele momentos e situações desafiadoras; favorecer a participação, a atividade e a criatividade.

2) Algumas áreas de maior importância:

• a família em seus múltiplos aspectos e significações;

• a problemática afetiva: sua história e crescimento;

• a saúde psíquica;

• a coerência entre “aptidões” e “carisma-missão”.

3) Algumas condições para o acompanhamento:

• que seja livre. O candidato aceite livremente o processo e se sinta livre de comunicar o que ele julga necessário;

• que seja sério. Cada decisão se apóie em motivos válidos e que seja refletida e comunicada aos Orientadores;

• que seja metódico. É necessário seguir um método e um processo. Não se pode levar de qualquer maneira;

• que seja personalizante. Feito á medida de cada candidato, usando os meios adequados.

OBS.:

1 – Ao longo do acompanhamento, o mais importante é avaliar as disposições reais do vocacionado e descobrir se nele existe “aptidão para ser apto”: capacidade de educalidade e docilidade critica para qual o candidato, sabe integrar num processo de aprendizagem, o seu desenvolvimento humano, cristão e vocacional, tomando parte de maneira livre e criativa.

2 – A partir de sinais vocacionais internos e externos, o único responsável da decisão vocacional é a própria pessoa interessada. Ela deve saber isso, sentir e gozar de liberdade para isso, embora não deixe de se confrontar com os Orientadores. Evidentemente, na realização da decisão, devem ser consideradas também as exigências da Igreja e das nossas constituições.

3 – Se, após um período bastante longo de acompanhamento — 1 a 2 para os jovens ou 2 anos —para casais e continua com dúvidas, sente-se inseguro, indeciso…, é provável que não exista a vocação que ele deseja. Então, considerar melhor a dimensão psicológica para verificar se existem problemas sérios nesta área. Utilizar-se dos serviços de pessoas qualificadas.

3) INSTRUMENTO PARA ACOMPANHAMENTO E O DISCERNIMENTO

3.1) Autobiografia. Minha História de Salvação- Recurso válido para iniciar o acompanhamento e referencial muito bom de dados sobre a pessoa.

3.2) Entrevistas. (encontros de crescimento vocacional). Favorecem o auto-conhecimento; permitem um diálogo franco, referente a interesses, ideais, tendências, dificuldades…; ajudam a localizar as causas das incoerências do vocacionado (Relação de Ajuda);

3.3) Leitura formativas e vocacionais. Vidas de santos, testemunhos dos nossos dias. Enriquecem, estimulam e despertam a generosidade;

3.4) Nossos Retiros mensais. Momentos fortes de experiência do Senhor, de abertura para outros e para compromisso apostólico;

3.5) “Projeto de vida”. Articulação humana e espiritual…, elaborado sobretudo a partir do retiro.

3.6) “Caderno de vida” e os questionários – Útil para fixar as experiências mais significativas da oração, do engajamento, do caminho vocacional, etc…;

3.7) Compromisso apostólico. Que seja existencial, integrador, proporcional e acompanhado; esteja sempre no seio da comunidade, necessidade de passar ao menos 15 dias pela vida comunitária.

3.8) Diretor espiritual. Pode ser os próprios orientadores vocacionais da comunidade estes candidatos terão um acompanhador. O importante é que seja escolhido e fixo;

3.9) Testes psicológicos. Que sejam aplicados por pessoas competentes;

3.10) Psicólogo. Se for necessário.

Quando olhamos à luz de Deus para nossa história, podemos ver Deus agindo, trabalhando e nos revelando a sua vontade, manifestando o nosso Carisma, dando-nos conhecimento do mesmo. Nosso Carisma nunca foi produto de reflexões intelectuais, mas foi sendo vivido e nós o vamos compreendendo a medida que fazemos uma leitura daquilo que vivemos.

Nossos Encontros Mensais:

1- Deus me chama- Apresentação do chamado de Deus para cada um de nós. Somos uma Vocação.

Temas: Amor a Vida. – O chamado a existência – O ser- Existo pela misericórdia Divina.

Um Chamado para amar e servir.

Amar a escolha de Deus

Características de uma vocação

Apresentação da Comunidade e o Caminho Vocacional

Motivação- Filme: Pequeno Milagre.

2- Filho de Deus para realizar-se e realizar- Apresentação de nossa busca de realização dentro do plano e da vontade de Deus.

Temas: Sou Filho de Deus.

Filho de Deus para se realizar e realizar.

Chamado a santidade

A Vocação Laical na Igreja

Função x Vocação.

Motivação- Filme: Francesco

3- O caminho de discernimento ao meu estado de vida- Apresentação dos caminhos de realização dentro de uma vocação especifica.

Temas: Matrimonio e Celibato

Celibato e Sacerdócio

A sincera disposição de amar

Motivação-Filme: Prova de fogo ou Compromisso Precioso.

4- Do Individualismo à Comunhão. Introdução a Vida de Comunidade- Apresentação de uma vida nova dentro da sociedade em que vivemos sendo expressão de uma nova mentalidade, um novo coração – O Evangelho me torna mais humano.

Temas: Do Individualismo à Comunhão

Amor e Egoísmo

Santidade se conquista com a pureza de coração

Deus e amor- Uma nova mentalidade Um novo coração.

Motivação-Filme: Santo Antônio.

5- Chamados a Vida Comunitária- Etapa de formação que prepara o cristão a introduzir-se na experiência de vida em comunidades cristãs.

Temas: Ninguém pode viver sozinho.

O que é e o que não é comunidade.

Vida Comunitária Unidade que forma pessoas comprometidas.

Comunidade Sonho ou Realidade-[ Comunidade-Comunidade reunidos em nome do Senhor]

Motivação-Filme: Treino para a vida.

6- O alto preço da Vida Comunitária- Apresentação do ideal da vida cristã comunitária.

Temas: O alto preço da Vida Comunitária.

Inseridos em um projeto de amor

O dom do Carisma o que é

A vida consagrada resposta de amor.

Motivação- Filme: Madre Teresa de Calcutá –

7- O nosso carisma – Apresentação da graça de um carisma fundante para serviço da Igreja.

Temas: Chave para a vontade de Deus

Quem dizeis que sou?

O dom Alpha e Ômega – Carisma de fundação.

Nosso Carisma

Motivação- Filme Celebração dos anjos.

8- Comunidade Corpo Vivo- Apresentação do sentido de ser comunidade dentro de nosso carisma.

Temas: Comunidade corpo vivo

Santidade se conquista na fraternidade

Chamados neste dom a sermos almas esposas

Nossa vocação é contemplativa e apostólica

Motivação-Filme: Teresinha do Menino Jesus.

9- Nossa Espiritualidade- Cântico dos Cânticos. Um retiro que busca aprofundar o sentido de abandono, confiança, determinação e posicionamento como alma apaixonada pelo Amado.

Conclusão:

A vocação não é algo que se empurra goela a baixo, ela é o anseio mais profundo do ser humano, e não deve ser confundida com profissão. Profissão é tarefa, algo externo ao nosso ser.

Mudamos de profissão com certa facilidade, porém, a vocação não se muda de improviso, sem muito sofrimento e discernimento.

A vocação faz parte do “ser” da pessoa, e não é algo que se restringe somente a alguns momentos ou períodos da vida.

Por isso precisa de uma descoberta, uma revelação interior, um apocalipse, pois é “ESCOLHA” DETERMINANTE.

Nós somos a vocação que escolhemos e, não esqueçamos: vocação acertada, vida feliz! Portanto, queremos ajudar os candidatos vocacionados em sua difícil escolha vocacional. Ajudá-los para que façam livre e seriamente sua escolha a fim de que eles mesmos sejam os construtores de sua vida e protagonistas em sua existência. Experimentarão assim sua originalidade e encontrarão seu lugar que é único na história da humanidade.

Alertamos também para que não sigamos modismos e ideologias passageiras:

nossa vida, no meio de milhões de pessoas, deve fazer a diferença! Quanto mais cedo os jovens e vocacionados se convencerem de sua importância, melhor, pois há tantas pessoas pelo mundo afora esperando urgentemente seu SIM generoso à vida, um coração aberto, solidário e capaz de lutar com todas as forças na construção de um mundo melhor.

Resumindo o nosso caminho vocacional:

1.º Não é o caminho dos conformistas e dos satisfeitos com o presente, mas dos que aspiram a fazer sempre o melhor.

2.º Não é o caminho dos que discutem e medem as suas obrigações para com Deus e o próximo, mas dos que seguem voluntariamente Jesus Cristo.

3.º Não é o caminho dos egoístas que só olham para si mesmos, mas dos generosos que pensam nos pobres da terra.

4.º Não é o caminho dos desiludidos da vida, dos tristes e mal humorados, mas dos que sentem em si fogo do Evangelho.

5.º Não é o caminho dos que temem, mas dos que amam intensamente.

6.º Não é o caminho dos que confiam nas suas fraquezas, mas dos que se abandonam e se apóiam constantemente em Jesus Cristo.

Somos marcados pela busca incessante, pelo desejo de realização e de felicidade. Insatisfeitos e inquietos, eles carecem daquele equilíbrio necessário para se sentirem em casa, de bem com a vida. Daí surgem os grandes questionamentos sobre o sentido profundo da existência.

A vocação divina é diferente da vocação humana, pois não se trata de uma profissão, mas de um estado de vida. Deve ser uma doação, livre, consciente, madura, por amor a Deus e ao próximo.

Se para toda decisão de nossa vida, devemos ser sensatos, quanto mais uma decisão que levará a um estado de vida definitivo.

O ser humano é chamado a desenvolver-se como pessoa em todas as suas dimensões. Ao mundo, a si mesmo, o outro e a Deus.

É preciso deixar tudo para ganhar tudo. (Santo Afonso)

“Eis-me aqui ó Deus para fazer a tua vontade” (Hb 10,7)

Pe. Emílio Carlos Mancini
Fundador e Moderador Geral da Comunidade Alpha e Ômega

1 Comentario para: " O que é? "

  1. Meu Deus. Se não tudo, mas quase tudo que aqui está vem de encontro com os meus sentimentos de busca interior.
    Porque não fui perseverante na Sua busca? Por que a vida sempre me oferece dificuldades para o nosso encontro.
    Sinto que viverei essa busca infinitamente, mas em alguns momentos sinto que vou esmorecer e entregar os pontos.
    É muito difícil estar acompanhada e pensar em te seguir.
    Sinto que teria sido melhor não ter me casado, mas amo a minha família.
    O que posso esperar desse conflito, um caminho sozinho em Sua busca ou tentar abandonar esse meu sentimento?
    Eu espero pela Tua graça, aliás tenho vivido da Sua misericórdia há muitos anos.

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