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Pe.Emílio Carlos Mancini


sergioluiz | 16 julho, 2012

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Nasci em Matão, no primeiro dia de abril, de 1961, dia da mentira, mas sou uma grande verdade do Amor de Deus. Meus pais: Quintílio Mancini e Maria José Granato Mancini, pobres, me ensinaram a viver do necessário e sempre a partilhar. Com minha irmã Leila Regina, fomos criados para viver o momento presente com intensidade. Saber que somos todos iguais nada nos difere, somos todos pecadores.

Aos 13 anos, já comecei a trabalhar para ajudar nas despesas familiares. No seio de uma família católica após minha 1ª Eucaristia, depois de também ser coroinha do Cônego Amador Romão, comecei a ser catequista em nossa comunidade Santa Cruz em Matão.

Aos 17 anos, fiz uma experiência de oração nos dias 01,02 e 03 de outubro de 1979 e aí firmei minha vocação ao sacerdócio após meus encontros vocacionais com grandes crises existenciais sobre a que Deus me chamava.
Em 10 de fevereiro de 1980 fui para São Paulo, ingressando no Instituto Secular de Schoenstatt, ficando um ano em Jaraguá, onde no Santuário da Mãe Rainha aprendi a amar e ter um respeito maior pela vida de Nossa Senhora, poderia dizer que foi um ano em Schoenstatt um caminho para um homem novo, uma ponte para o viver sacerdotal.

Em 15 de fevereiro de 1981, fui para a Congregação dos Padres Doutrinários, concluindo aí o meu curso de filosofia (2 anos), um ano de noviciado e quatro de teologia na faculdade N. Senhora da Assunção, e Itesp (Instituto Teológico de São Paulo), ambos no Ipiranga.

Ao ser despertada minha vocação e meu chamado sacerdotal pelo exemplo e testemunho de dois padres em nossa cidade, Mons. Nelson Romão e Pe. Amador Romão, sempre desejava como seminarista, baseado nestes testemunhos, viver para o altar, com respeito e dedicação, olhando para o povo como ovelhas sem pastor. Com doze anos vivendo na Congregação dos Padres Doutrinários, senti Deus interpelar-me que o que estava fazendo era muito pouco diante de um vasto e eterno chamado para cuidar de almas, veio a crise diante de alguns desencontros na Congregação. Falei com meu Provincial Pe. José Seminati, se caso deixasse a Congregação, somente buscaria minha Diocese de origem (São Carlos). Vieram os convites: ir para Roma para curso de Espiritualidade e outros…

Busquei a Deus na oração e obtive esta palavra que norteou minha tomada de decisão: Is. 58,11-12: “O Senhor te guiará constantemente. Alimentar-te-á no árido deserto, renovará teu vigor. Serás como um jardim bem irrigado. Como uma fonte de águas inesgotáveis. Reerguerás as ruínas antigas. Reedificarás sobre os alicerces seculares, chamar-te-ão reparador de brechas, o restaurador das moradias em ruínas…” dia 19 de dezembro de 1989; e ainda Apoc. 21,5-6.

Procurei na época Dom Constantino Amestalden, que abriu seus braços, mas como bom pastor e sábio, pediu-me que voltasse para a Congregação e rezasse mais. No dia 08 de janeiro de 1990, em oração, uma pessoa que rezando por mim, a Sra. Madalena Marchesan, sem saber muito das coisas me deu o texto de Ez. 17,22.24, realmente o Senhor tinha seus propósitos.

E após contato com D. Constantino, tomo posse da Paróquia N. Senhora do Perpétuo Socorro em 19 de março de 1990, como o primeiro pároco em Matão. Deus tinha os seus planos e seus desígnios insondáveis, hoje entendo Ez. 17,22.24: “Pegarei eu mesmo da copa do grande cedro, dos cimos de seus galhos, cortarei um ramo, e Eu próprio plantarei no alto da montanha. Eu o plantarei na alta montanha de Israel. Ele estenderá seus galhos e dará fruto; tornar-se-á um cedro magnífico, onde aninharão aves de toda espécie, instalados à sombra de sua ramagem…” e “o reedificarás sobre os alicerces seculares…” de Isaías.

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