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Nova flor no jardim da Igreja


sergioluiz | 14 junho, 2012

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Olhando para toda a história da Igreja, vemos o surgimento de várias formas de vida consagrada. Comparando a Igreja com um imenso jardim florido, essas expressões de Igreja são como que cada flor que nasceu sob o impulso do Espírito Santo, não só para enriquecer o jardim, mas dar a ele a constituição do Reino de Deus.

Cada flor surgiu no tempo oportuno, saiu do coração de Deus; cada uma traz sua beleza, pertence a uma espécie única, pois o Espírito não se repete, cada qual com seu perfume, sua cor, sua forma e seu brilho. Surgiu no tempo, por Providência Divina, para ser uma resposta de Deus aos caminhos do homem e da Igreja.

O que há em comum entre elas é a busca de viver os Conselhos Evangélicos de pobreza, castidade e obediência, numa radicalidade ao Evangelho e ratificação batismal na vida cristã.

No início da Igreja, vemos o surgimento da vida eremítica, que muito contribuiu com a doutrina e o aspecto interior do mistério da Igreja, que é a intimidade pessoal com Cristo. Os eremitas criaram uma separação do mundo através do silêncio e da solidão, da oração e da penitência, consagrando a vida ao louvor de Deus e à salvação do mundo. Surgiram, ainda, a virgindade consagrada vivendo num estado de castidade perpétua “por causa do Reino dos céus” (Mt. 19,12). Nasceu também a vida religiosa, os institutos de vida consagrada, as ordens mendicantes, institutos seculares, sociedades de vida apostólica e outras flores no mesmo jardim, que é a Igreja.

O Espírito Santo não pára de agir na Igreja, suscitando sempre novas formas de vida consagrada para ser resposta aos anseios do ser humano reconduzindo-o ao caminho do Reino do Céu.

Nos últimos tempos vemos o borbulhar das Novas Comunidades. Desde o século passado a Igreja tem sido ornada com novas flores em seu jardim. O Papa João Paulo II, no Pentecostes de 1998, reconheceu essa forma de consagração dizendo ser “uma nova primavera para a Igreja”.
Essas comunidades estão inseridas na trama da história humana trazendo sua particularidade como vida consagrada e, ainda, cada comunidade é única e irrepetível em seu carisma e expressão. Elas estão espalhadas pelo mundo e no Brasil já somam mais de umas centenas. Nunca na história da igreja houve tão grande manifestação de formas de consagração em tão pouco tempo.

A comunidade Alpha e ômega surgiu nesse tempo e único. Nasceu no décimo quinto ano do pontificado de João Paulo II, em 27 de fevereiro de 1991. Traz consigo o carisma de proclamar o Senhorio de Jesus Cristo em todo tempo e lugar, traduzindo na frase “Deus, somente Deus em tudo e sempre”.

A comunidade Alpha e ômega aparece inserida num contexto social, político, cultural e econômico como uma flor nesse jardim, na estação da primavera, com um jeito próprio de ser para manifestar ao mundo e aos homens a certeza de que Jesus Cristo é o Senhor do tempo e da história, o Alpha e o ômega, o Princípio sem princípio e o Fim eterno, e que tudo vem Dele e converge para Ele.

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